Denúncia feita no início da atual gestão levou a operação que apura prejuízos a servidores e possíveis crimes na assistência médica do IPAM
Aqui na sede do Complexo da Polícia Civil de Rondônia, uma instituição reconhecida pela atuação diligente e compromisso com a sociedade, foram divulgadas nas últimas horas novas informações sobre a Operação Sutura, que investiga graves irregularidades no Instituto de Previdência do Município de Porto Velho (IPAM).
A operação é resultado direto de uma denúncia formalizada pela atual gestão logo no início do mandato, após a identificação de fatos suspeitos envolvendo a Coordenadoria de Assistência Médica do instituto. As irregularidades, segundo as autoridades, podem ter causado severos prejuízos aos servidores públicos, que já enfrentam dificuldades no dia a dia e dependem dos serviços previdenciários e de saúde.
Desde as primeiras horas da fase ostensiva da operação, a reportagem acompanha as diligências realizadas pela Polícia Civil, que incluem buscas e apreensões em endereços ligados a ex-dirigentes e assessores, incluindo, conforme apurado, o então diretor-presidente do IPAM da gestão anterior.
Durante a coletiva de imprensa, o delegado responsável pela investigação destacou situações consideradas alarmantes. Um dos exemplos citados foi o de uma mesma pessoa que teria realizado, de forma irregular, cinco procedimentos de histerectomia, fato que reforça a suspeita de práticas ilícitas e uso indevido de recursos públicos.
De acordo com a atual administração do IPAM, todas as práticas consideradas irregulares foram imediatamente cessadas assim que identificadas. Além disso, foi contratada uma empresa de contra-auditoria independente para apurar um passivo herdado de aproximadamente R$ 84 milhões, valor que levantou ainda mais preocupações quanto à legalidade de atos praticados na gestão anterior.
O gestor do instituto afirmou que, ao assumir o cargo em março, seguiu uma diretriz clara do prefeito Léo Moraes: estancar qualquer irregularidade, garantir transparência e responsabilizar eventuais envolvidos. Relatórios internos apontando possíveis condutas criminosas foram prontamente encaminhados à Polícia Civil, demonstrando o rigor adotado pela atual administração.
A Polícia Judiciária reforçou que a Operação Sutura ainda está em andamento e que novas informações podem surgir à medida que a investigação avance, sempre com o objetivo de dar uma resposta firme e transparente à sociedade.
O prefeito Léo Moraes também concedeu entrevista destacando a gravidade da situação encontrada no IPAM e reafirmando o compromisso da gestão com a legalidade, a ética e a proteção dos direitos dos servidores públicos.
A coletiva de imprensa foi considerada um momento importante para esclarecer os fatos à população de Porto Velho e de Rondônia, reforçando que não há compromisso com erros do passado e que qualquer resquício de irregularidade será tratado com o mesmo rigor demonstrado pela Polícia Civil nesta operação.
📌 Matéria do site A Capital da Notícia, com informações apuradas pelo repórter Isaque Fernandes.






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