agosto 14,
FICCO cumpre 8 mandados de prisão, 18 de busca e apreensão e bloqueia bens, embarcações e ativos em criptomoedas em Porto Velho
Porto Velho, RO - A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (14), a Operação Ouroboros, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada na lavagem de dinheiro proveniente de fraudes eletrônicas contra instituições financeiras.
As investigações apontam que o grupo atuou entre os anos de 2025 e 2026, utilizando um sofisticado esquema para ocultar e reciclar recursos obtidos de forma ilícita. Apenas um dos episódios investigados, registrado em setembro de 2025, causou um prejuízo estimado em R$ 30 milhões às instituições financeiras vítimas.
Esquema envolvia contas de terceiros e criptomoedas
Segundo a FICCO, a organização recrutava pessoas para ceder contas bancárias que eram utilizadas para receber os valores desviados. Em seguida, o dinheiro era pulverizado entre diversas contas, convertido em criptoativos e posteriormente reinserido no mercado formal, dificultando o rastreamento da origem dos recursos.
Como parte das medidas judiciais, veículos e embarcações utilizados pelo grupo foram sequestrados, além do bloqueio de ativos virtuais mantidos em corretoras de criptomoedas.
Mandados e bloqueio milionário
Por determinação da 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, foram cumpridos:
Todas as ordens judiciais foram executadas em Porto Velho.
Força-tarefa integrada
A operação contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/RO), da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar e de diversas delegacias especializadas da Polícia Civil de Rondônia, entre elas DERF, DECCON, DERFRVA, DEDSP, DEFRAUDE, DAF, DHPP e DEAM.
A FICCO/RO é composta pela atuação conjunta da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal Estadual e Polícia Penal Federal, fortalecendo o combate ao crime organizado e aos delitos de alta complexidade no estado.
Porto Velho, RO - A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (14), a Operação Ouroboros, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada na lavagem de dinheiro proveniente de fraudes eletrônicas contra instituições financeiras.
As investigações apontam que o grupo atuou entre os anos de 2025 e 2026, utilizando um sofisticado esquema para ocultar e reciclar recursos obtidos de forma ilícita. Apenas um dos episódios investigados, registrado em setembro de 2025, causou um prejuízo estimado em R$ 30 milhões às instituições financeiras vítimas.
Esquema envolvia contas de terceiros e criptomoedas
Segundo a FICCO, a organização recrutava pessoas para ceder contas bancárias que eram utilizadas para receber os valores desviados. Em seguida, o dinheiro era pulverizado entre diversas contas, convertido em criptoativos e posteriormente reinserido no mercado formal, dificultando o rastreamento da origem dos recursos.
Como parte das medidas judiciais, veículos e embarcações utilizados pelo grupo foram sequestrados, além do bloqueio de ativos virtuais mantidos em corretoras de criptomoedas.
Mandados e bloqueio milionário
Por determinação da 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, foram cumpridos:
- 8 mandados de prisão preventiva;
- 18 mandados de busca e apreensão;
- Bloqueio de contas bancárias até o limite de R$ 30 milhões;
- Sequestro de veículos e embarcações;
- Bloqueio de ativos em criptomoedas.
Todas as ordens judiciais foram executadas em Porto Velho.
Força-tarefa integrada
A operação contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/RO), da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar e de diversas delegacias especializadas da Polícia Civil de Rondônia, entre elas DERF, DECCON, DERFRVA, DEDSP, DEFRAUDE, DAF, DHPP e DEAM.
A FICCO/RO é composta pela atuação conjunta da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal Estadual e Polícia Penal Federal, fortalecendo o combate ao crime organizado e aos delitos de alta complexidade no estado.


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