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Caminhões de lixo causam indignação e danos ao asfalto no bairro Socialista, em Porto Velho



Moradores denunciam mau cheiro, excesso de veículos pesados e destruição da via pública nas proximidades do campo Princesão

Moradores do bairro Socialista, em Porto Velho, estão indignados com a situação causada pela empresa responsável pelo transporte do lixo urbano do município. A principal reclamação é a grande quantidade de caminhões de lixo que ficam estacionados diariamente nas ruas Aruba, Aripuanã e Grande Otelo, vias que são paralelas ao campo de futebol conhecido como Princesão.

De acordo com os moradores, em alguns dias chegam a ficar mais de cinco caminhões parados ao mesmo tempo nas laterais dessas ruas. Em determinadas ocasiões, os veículos permanecem no local durante todo o dia, com um caminhão chegando enquanto outro sai, gerando um fluxo constante de veículos pesados.

A população afirma que o peso excessivo dos caminhões está afundando e destruindo o asfalto, causando prejuízos à infraestrutura da via pública. Além disso, por se tratarem de caminhões que transportam todo tipo de lixo urbano, o mau cheiro é constante, trazendo desconforto e possíveis riscos à saúde de quem mora nas proximidades.

A equipe de reportagem do site A Capital da Notícia procurou o responsável pela empresa no local. Em resposta, foi informado que a empresa alugou um ponto de apoio em frente ao campo Princesão, na Rua Aruba, com o objetivo de facilitar a substituição rápida de caminhões em caso de quebra ou problema mecânico. Por esse motivo, os veículos ficam estacionados naquela área.

Mesmo com a explicação, os moradores seguem insatisfeitos e cobram uma solução urgente. Segundo a comunidade, a situação já ultrapassou os limites do aceitável. Como alternativa, os próprios moradores sugeriram que a empresa alugasse um terreno adequado, com espaço suficiente para acomodar os caminhões, evitando que eles fiquem estacionados nas ruas e causem danos ao asfalto.

Até o momento, porém, nenhuma solução prática foi apresentada ou colocada em funcionamento. Diante disso, os moradores afirmam que recorreram à imprensa para dar visibilidade ao problema e cobrar providências das autoridades competentes. Caso nada seja resolvido, a comunidade não descarta tomar medidas mais firmes para garantir seus direitos.

A empresa já tem conhecimento do fato pela equipe de reportagem, e o caso seguirá sendo acompanhado.

Matéria: Isaque Fernandes
Site: A Capital da Notícia








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